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Porto de Fortaleza e Capitania dos Portos são importantes parceiros em ações da Marinha Brasileira


No Porto de Fortaleza, a parceria com a Capitania dos Portos vai desde o apoio em missões de inspeções, operações diversas (combate ao tráfico de drogas, limpeza da Praça Amigos da Marinha, desinfecção de áreas comuns na Companhia Docas do Ceará, entre outros), segurança do tráfego aquaviário e visitações pública nos navios da Marinha do Brasil. Com tantas ações importantes, neste 11 de junho, a CDC presta homenagem à Marinha Brasileira não só por conduzir operações navais, mas por estar sempre à disposição para ajudar a população.


Desde o início da pandemia da Covid-19, a Capitania dos Portos, sob o comando do Capitão de Mar e Guerra Ricardo Barillo Cruz, disponibilizou, por duas vezes, cabos, sargentos e suboficiais treinados em defesas biológicas para a desinfecção nas áreas comuns do Porto de Fortaleza e do Núcleo de Apoio Portuário (NAP). Em 2020, juntamente com a Capitania do Portos e a Escola de Aprendizes-Marinheiros, foi realizado um mutirão de limpeza na Praça Amigos da Marinha, que está localizada em frente à sede da CDC. Durante a ação, 30 militares recolheram lixo, capinaram a grama, pintaram o meio fio e fizeram a higienização do busto do Almirante Tamandaré – Patrono da Marinha do Brasil.


Grande atração da população, em janeiro do ano passado atracou no Porto de Fortaleza para visitação pública o segundo maior navio da esquadra, o Doca Multipropósito, que recebeu a visita de milhares de pessoas durante um final de semana. “Essas parcerias reforçam o bom relacionamento entre os dois órgãos. Durante a pandemia da Covid-19, foi fundamental no trabalho de prevenção realizado pela CDC a parceria com a Capitania dos Portos, que também não tem medido esforços no suporte ao tráfego aquaviário na costa cearense, em especial, no entorno do Porto de Fortaleza”, destaca a diretora-presidente da CDC, Mayhara Chaves.


Dia da Marinha Brasileira - É comemorado depois de uma vitoriosa batalha no leito do rio Riachuelo contra os navios paraguaios, em 11 de junho de 1865. Na época, o capitão Almirante Barroso, que comandava a esquadra de guerra brasileira trouxe a vitória para o Brasil, além do domínio das comunicações fluviais e controle dos rios Paraná e Paraguai. Esse controle era importante devido a um futuro econômico atrelado ao escoamento de produtos por meio dos rios.




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